sábado, 27 de novembro de 2010


Num simples gesto

Abraçar o infinito

Com os braços fechados
E o finito nunca acabar
Encontrar o fim
E nunca parar
Aperceber-se do todo
...O imensurável
Atingir o inominável
E jamais viver
Sentir a vida
Anular o tempo
E ser
Mas não ser

Nem eu, nem você

Fechar as portas

Abrir para o mundo
E deixar ser
E não, ser
Olhar a volta
Partilhar sem temer
Banir a posse e permanecer...

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